Como ler a faixa de 12 ícones: cada ícone é um eixo e mostra o polo para onde o país ou regime pende. Quanto mais forte o ícone, mais intensa a posição. Passe o mouse para ver os valores.
- Estrutura
- Representação
- Poder
- Imigração
- Diplomacia
- Intervenção
- Economia
- Controle
- Comércio
- Religião
- Moral
- Tecnologia
Países atuais
Estados e regiões autônomas de hoje, cada um com seu regime político e perfil nos 12 eixos.

Afeganistão
Emirado islâmico governado pelo Talibã desde 2021, o Afeganistão é regido por um líder supremo clerical que impõe interpretação estrita da sharia, exclui as mulheres do ensino e do trabalho e enfrenta crise econômica e isolamento.
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África do Sul
República parlamentarista, a África do Sul é a maior economia industrial do continente e uma democracia multirracial nascida do fim do apartheid, marcada por diversidade cultural e por profundas desigualdades sociais.
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Albânia
República parlamentar dos Bálcãs de maioria muçulmana, a Albânia é um Estado laico com forte convivência inter-religiosa, economia de mercado após o fim do regime comunista de Enver Hoxha, membro da OTAN e candidata à União Europeia.
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Alemanha
República federativa parlamentarista, a Alemanha é a maior economia da Europa, com economia social de mercado, forte indústria exportadora e papel central na União Europeia, unindo estabilidade democrática e peso geopolítico.
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Arábia Saudita
Monarquia absoluta do Golfo, a Arábia Saudita une poder concentrado na família real, aplicação rigorosa do islã e economia dependente do petróleo, buscando modernização controlada sob a liderança do príncipe herdeiro.
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Argélia
Nascida da guerra de independência contra a França, a Argélia é uma república dominada pelo Exército, com o islã como religião de Estado, economia estatal dependente de petróleo e gás, política externa não alinhada e repressão ao movimento Hirak.
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Argentina
República federativa presidencialista sul-americana, a Argentina oscila entre peronismo e reformas liberais, com sindicatos fortes, universidade e saúde públicas, tradição protecionista, agroexportação, direitos civis avançados e crises inflacionárias recorrentes.
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Armênia
República semipresidencialista do Cáucaso, a Armênia combina identidade nacional cristã, memória do genocídio de 1915 e rivalidade histórica com o Azerbaijão e a Turquia, buscando equilíbrio entre Rússia, Ocidente e Irã.
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Austrália
Monarquia parlamentar federativa, a Austrália une democracia estável, multiculturalismo e economia de mercado rica em recursos naturais, com forte alinhamento ao Ocidente e políticas migratórias rigorosas e seletivas.
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Áustria
República federal parlamentarista da Europa Central, a Áustria combina neutralidade militar, Estado de bem-estar robusto, economia social de mercado, cultura católica-secular moderada e integração profunda à União Europeia.
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Bahrein
Monarquia do Golfo Pérsico governada pela dinastia sunita Al Khalifa sobre maioria xiita, o Bahrein combina centro financeiro liberalizado, parlamento de poderes limitados, repressão à oposição desde 2011 e alinhamento com Arábia Saudita e EUA.
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Baviera (Alemanha)
Maior estado federado da Alemanha, a Baviera combina forte identidade regional e catolicismo, domínio histórico da CSU, indústria de ponta (BMW, Siemens) e defesa ativa de sua autonomia fiscal e cultural frente a Berlim.
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Bélgica
Monarquia parlamentar federal formada por três regiões e três comunidades linguísticas, com eleições competitivas, ampla proteção social e economia aberta integrada à União Europeia. A política nacional combina coalizões multipartidárias, autonomia regional e garantias de liberdade religiosa.
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Bielorrússia
República presidencialista pós-soviética, a Bielorrússia é governada por um regime autoritário e personalista, com forte controle estatal da economia, repressão à oposição e estreita aliança política com a Rússia.
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Bolívia
República andina presidencialista, a Bolívia é marcada pelo protagonismo indígena, pela defesa dos recursos naturais e por um projeto de Estado plurinacional que une nacionalismo econômico e ampla participação popular.
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Brasil
Maior país da América Latina, o Brasil é uma república federativa presidencialista e democrática, com economia mista, amplas políticas sociais e forte diversidade regional, cultural e política que marca suas disputas eleitorais.
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Butão
Pequeno reino himalaico, o Butão combina monarquia constitucional budista, forte proteção da cultura tradicional e da natureza e a Felicidade Interna Bruta como bússola de governo, com abertura cautelosa ao mundo exterior.
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Califórnia (Estados Unidos)
Estado mais populoso dos Estados Unidos, a Califórnia é um polo global de tecnologia e cultura, com política fortemente progressista, ambientalista e tecnocrática e uma economia de mercado gigantesca e inovadora.
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Canadá
Monarquia parlamentar federativa, o Canadá combina democracia estável, multiculturalismo, amplo Estado de bem-estar e economia de mercado rica em recursos naturais, com forte compromisso com direitos e diversidade.
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Catalunha (Espanha)
Região autônoma do nordeste da Espanha, a Catalunha combina identidade nacional e língua próprias, economia industrial e cosmopolita, política social progressista e um forte movimento independentista que culminou no referendo de 2017.
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Catar
Pequena monarquia absoluta do Golfo, o Catar concentra o poder na família real e apoia sua riqueza no gás natural, aliando conservadorismo religioso a intensa projeção internacional por investimentos, mídia e diplomacia.
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Chiapas Zapatista (México)
Territórios zapatistas no sul do México, autogovernados desde 1994 por comunidades majoritariamente maias em caracoles e Juntas de Bom Governo, com rejeição de partidos e do Estado, economia agrária cooperativista e forte protagonismo das mulheres.
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Chile
República presidencialista sul-americana, o Chile combina democracia estável, economia de mercado aberta e forte pauta social e progressista, herança do processo de redemocratização após a ditadura militar de Pinochet.
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China
Estado socialista de partido único, a China une o controle político absoluto do Partido Comunista a uma economia de mercado dirigida pelo Estado, tornando-se potência industrial, tecnológica e geopolítica global.
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Colômbia
República presidencialista sul-americana, a Colômbia combina democracia, forte tradição católica e economia de mercado, buscando consolidar a paz após décadas de conflito armado sob um governo de esquerda inédito.
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Coreia do Norte
Estado totalitário de partido único, a Coreia do Norte mantém economia planificada, isolamento internacional e culto à dinastia Kim, unindo comunismo, nacionalismo e a doutrina de autossuficiência conhecida como Juche.
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Coreia do Sul
República presidencialista asiática, a Coreia do Sul combina democracia vibrante, economia de mercado orientada à exportação e liderança tecnológica, resultado de rápido desenvolvimento sob forte impulso estatal.
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Costa Rica
República presidencialista da América Central, a Costa Rica destaca-se por abolir as forças armadas, pela democracia consolidada, pelo compromisso ambiental e por uma tradição de estabilidade política e paz na região.
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Cuba
Estado socialista de partido único no Caribe, Cuba mantém economia planificada, forte controle estatal e serviços públicos universais, com poder centralizado desde a revolução liderada por Fidel Castro em 1959.
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Daguestão (Rússia)
República da Federação Russa no Cáucaso Norte, o Daguestão é multiétnico e de maioria muçulmana sunita, com forte religiosidade sufi, clãs locais, dependência de subsídios de Moscou, repressão ao islamismo radical e pouca autonomia real.
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Dinamarca
Monarquia parlamentar nórdica, a Dinamarca combina generoso Estado de bem-estar, altos impostos e economia de mercado competitiva, aliando forte igualdade social a políticas migratórias mais restritivas.
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Egito
República presidencialista árabe, o Egito é governado por um regime autoritário de forte peso militar, que prioriza segurança e estabilidade, controla a oposição e dirige boa parte da economia por meio do Estado.
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El Salvador
República presidencialista da América Central, El Salvador ganhou destaque pela dura política de segurança contra as gangues e pela adoção do bitcoin, unindo forte apoio popular e concentração de poder no Executivo.
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Emirados Árabes Unidos
Federação de monarquias do Golfo, os Emirados Árabes Unidos combinam poder concentrado nas famílias reais, economia liberal diversificada além do petróleo e forte aposta em tecnologia, turismo e finanças globais.
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Equador
República andina dolarizada desde 2000, o Equador é governado por Daniel Noboa, que declarou conflito armado interno contra o crime organizado e pôs militares nas ruas e prisões, mas teve bases militares estrangeiras rejeitadas em referendo em 2025.
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Escócia (Reino Unido)
País constituinte do Reino Unido, a Escócia tem parlamento próprio, identidade nacional e língua distintas, forte movimento independentista (referendo de 2014) e política social-democrata mais à esquerda do que a inglesa.
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Eslováquia
República parlamentarista surgida da divisão pacífica da Tchecoslováquia em 1993, integrada à União Europeia, à OTAN e ao euro, com economia industrial voltada ao setor automotivo e política marcada por nacionalismo, tradicionalismo católico e ceticismo quanto à ajuda militar externa.
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Eslovênia
República parlamentarista que se separou pacificamente da Iugoslávia em 1991 e integrou a União Europeia, a OTAN e o euro, combinando economia de mercado com forte proteção social, sindicatos influentes e sociedade largamente secularizada.
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Espanha
Monarquia parlamentar, a Espanha combina democracia consolidada, forte descentralização em comunidades autônomas, economia de mercado e políticas sociais e progressistas, com tensões regionais como a questão catalã.
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Estados Unidos
Potência global e república federativa presidencialista, os Estados Unidos combinam forte tradição liberal, economia de mercado dinâmica, inovação tecnológica e um sistema bipartidário que polariza a vida política nacional.
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Estônia
República parlamentar báltica, a Estônia une democracia liberal, economia aberta, Estado digital avançado e forte alinhamento euro-atlântico, mantendo preocupação com soberania nacional diante da pressão russa.
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Filipinas
República presidencialista arquipelágica, as Filipinas combinam democracia dominada por dinastias políticas, forte identidade católica e economia de mercado, com pautas de segurança e combate à criminalidade em destaque.
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Finlândia
República parlamentar nórdica, a Finlândia combina Estado de bem-estar, economia social de mercado, alto desempenho educacional e tecnológico, valores progressistas e uma cultura estratégica marcada pela defesa territorial e pela fronteira com a Rússia.
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Flórida (Estados Unidos)
Estado norte-americano de perfil conservador e pró-mercado, a Flórida combina baixa tributação, turismo, imigração intensa, política cultural combativa e governo estadual ativo em segurança e educação.
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França
República semipresidencialista europeia, a França combina forte tradição republicana e laica, Estado social robusto, economia mista e destacado papel diplomático, cultural e militar na União Europeia e no mundo.
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Geórgia
República semipresidencialista do Cáucaso, a Geórgia busca integração com a União Europeia e a OTAN, mantém economia de mercado aberta e enfrenta a ocupação russa da Abecásia e da Ossétia do Sul desde 2008.
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Grécia
Democracia parlamentar do sudeste europeu com Igreja Ortodoxa reconhecida na Constituição, a Grécia superou a crise da dívida sob austeridade imposta pela UE, é governada pela Nova Democracia de Kyriakos Mitsotakis e legalizou o casamento gay em 2024.
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Hong Kong (China)
Centro financeiro global, Hong Kong é uma região autônoma de forte capitalismo de livre mercado e gestão tecnocrática, cuja ampla autonomia foi crescentemente restringida pelo controle político da China continental.
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Hungria
República parlamentarista do Leste Europeu, a Hungria é governada sob a chamada democracia iliberal, unindo nacionalismo, conservadorismo cristão, soberania diante da União Europeia e forte controle de mídia e instituições.
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Indonésia
Maior país muçulmano do mundo, a Indonésia é uma república presidencialista democrática e arquipelágica, com economia de mercado em expansão, grande diversidade étnica e religiosa e crescente peso regional no sudeste asiático.
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Inglaterra (Reino Unido)
Maior país constituinte do Reino Unido, a Inglaterra é governada diretamente por Westminster, sem parlamento próprio, com Igreja Anglicana oficial, serviço de saúde público (NHS), centro financeiro em Londres e maioria pelo Brexit e crescente voto populista.
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Irã
República islâmica teocrática, o Irã combina instituições eleitas à autoridade suprema dos clérigos, com o governo do jurista religioso, economia controlada pelo Estado e forte projeção regional no Oriente Médio.
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Irlanda
República parlamentarista europeia, a Irlanda combina democracia liberal, economia de mercado aberta atraída por multinacionais, tradição de neutralidade e rápidas transformações sociais rumo a políticas progressistas.
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Islândia
República parlamentar nórdica, a Islândia combina democracia estável, Estado de bem-estar, economia de mercado aberta, sociedade altamente secular e progressista, forte confiança institucional e política externa pacífica sem forças armadas permanentes.
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Israel
República parlamentarista no Oriente Médio, Israel combina democracia vibrante, forte identidade nacional judaica, economia avançada em tecnologia e um conflito prolongado com os palestinos que domina sua política e segurança.
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Itália
República parlamentarista mediterrânea, a Itália une longa herança cultural, economia de mercado diversificada e política instável e fragmentada, com ascensão recente de forças conservadoras e nacionalistas.
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Japão
Monarquia parlamentar asiática, o Japão une tradição e alta tecnologia, com economia de mercado avançada, sociedade envelhecida e política conservadora estável, mantendo pacifismo constitucional e forte peso econômico global.
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Líbano
República parlamentarista do Oriente Médio, o Líbano reparte o poder entre comunidades religiosas num sistema confessional, com pluralismo, forte setor de serviços e crônica instabilidade política e econômica.
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Liechtenstein
Minúsculo principado europeu, o Liechtenstein é uma monarquia constitucional próspera, com forte autonomia local, economia liberal baseada em finanças e indústria e um dos maiores níveis de renda por habitante do mundo.
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Luxemburgo
Grão-ducado europeu e centro financeiro global, Luxemburgo combina monarquia parlamentar, economia aberta, alta integração europeia e sociedade multicultural sustentada por serviços, tecnologia e finanças.
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Macau (China)
Região administrativa especial chinesa e maior centro de jogos de azar do mundo, Macau une impostos baixíssimos, economia hiperaberta de cassinos e turismo, herança católica portuguesa e um sistema político controlado por Pequim, sem democracia plena.
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Madrid (Espanha)
Comunidade autônoma que abriga a capital espanhola, Madrid é governada pelo Partido Popular desde 1995 e, sob Isabel Díaz Ayuso, virou vitrine de impostos baixos, liberdade econômica, escolha escolar e atração de capital e imigrantes latino-americanos.
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Malásia
Monarquia federativa eletiva do sudeste asiático, a Malásia combina democracia, sociedade multiétnica, islã como religião oficial e economia de mercado dirigida pelo Estado, com políticas de ação afirmativa aos malaios.
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Marrocos
Monarquia constitucional do norte da África, o Marrocos tem parlamento eleito, mas o rei, Comandante dos Crentes, concentra o poder real, com islã oficial, economia de mercado aberta ao comércio e reivindicação sobre o Saara Ocidental.
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Massachusetts (Estados Unidos)
Estado do nordeste dos Estados Unidos, Massachusetts é reduto progressista e polo de educação e ciência, com universidades de prestígio, forte tradição liberal e política voltada a direitos sociais e inovação.
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México
República federativa presidencialista da América do Norte, o México une democracia eleitoral, economia de mercado integrada aos Estados Unidos e desafios persistentes de desigualdade, corrupção e violência ligada ao narcotráfico.
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Mianmar
País do sudeste asiático governado por uma junta militar desde o golpe de 2021, Mianmar vive guerra civil contra milícias étnicas e pró-democracia, com nacionalismo budista oficial e perseguição à minoria muçulmana rohingya.
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Minas Gerais (Brasil)
Estado histórico do ciclo do ouro e berço da Inconfidência Mineira, Minas Gerais tem economia baseada em mineração e agropecuária, com política tradicionalmente moderada e conciliadora.
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Mônaco
Pequeno principado mediterrâneo, Mônaco combina monarquia constitucional, baixa tributação, forte dependência de serviços financeiros e turismo de luxo, mantendo ordem social conservadora e grande abertura econômica.
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Mongólia
República democrática entre Rússia e China, a Mongólia deixou o regime comunista em 1990 e tem eleições competitivas, economia de mercado dependente da mineração, tradição nômade e renascimento do budismo tibetano.
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New Hampshire (Estados Unidos)
Pequeno estado do nordeste dos Estados Unidos, New Hampshire é conhecido por sua forte cultura libertária, baixa tributação, ausência de imposto de renda estadual e lema que exalta a liberdade acima de tudo.
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Nigéria
País mais populoso da África, a Nigéria é uma federação dividida entre o norte muçulmano, com sharia em doze estados, e o sul cristão, dependente do petróleo e marcada pelo Boko Haram, e sob Bola Tinubu cortou o subsídio aos combustíveis.
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Noruega
Monarquia parlamentar nórdica, a Noruega alia amplo Estado de bem-estar, riqueza do petróleo gerida por um grande fundo soberano e forte igualdade social, sendo referência de qualidade de vida e social-democracia.
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Nova York (Estados Unidos)
Centro financeiro e cultural dos Estados Unidos, Nova York combina política liberal e progressista, enorme diversidade de imigrantes, economia globalizada baseada em serviços e forte peso simbólico no mundo.
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Nova Zelândia
Monarquia parlamentar do Pacífico, a Nova Zelândia é conhecida por democracia progressista, bem-estar social e economia de mercado aberta, com forte reconhecimento da cultura maori e da parceria bicultural do país.
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Países Baixos
Monarquia parlamentar, os Países Baixos são conhecidos pela tradição liberal, tolerância social e livre comércio, com economia aberta e globalizada e políticas progressistas em temas de costumes e direitos individuais.
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Palestina
Reconhecida pela ONU como Estado observador, a Palestina é governada pela Autoridade Palestina de maioria Fatah, com território fragmentado entre a Cisjordânia ocupada e uma Gaza devastada pela guerra, economia dependente de ajuda externa e eleições suspensas há duas décadas.
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Panamá
República unitária presidencialista que aboliu suas Forças Armadas permanentes e sustenta uma economia dolarizada, centrada no Canal, nos serviços financeiros, na Zona Livre de Colón e na integração comercial internacional.
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Paquistão
República islâmica parlamentar e potência nuclear, o Paquistão alterna governos civis e forte tutela do Exército, com leis inspiradas na sharia, economia mista dependente de ajuda externa e rivalidade permanente com a Índia.
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Paraguai
República unitária presidencialista governada há décadas pelo Partido Colorado, com baixa carga tributária, economia agroexportadora de soja e carne, forte geração hidrelétrica em Itaipu e sociedade conservadora de maioria católica e bilíngue em guarani.
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Paraná (Brasil)
Estado sulista de forte agronegócio e colonização europeia, o Paraná combina economia agrícola e industrial pujante com eleitorado majoritariamente conservador e liberal na economia.
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Peru
República unitária presidencialista marcada por forte instabilidade política e sucessivas destituições presidenciais, com economia aberta baseada na mineração, ampla informalidade laboral e profundas desigualdades entre a costa e as regiões andina e amazônica.
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Polônia
República parlamentarista do Leste Europeu, a Polônia combina democracia, forte identidade católica e nacionalista e economia de mercado em crescimento, com política marcada por tensões entre conservadorismo e liberalismo.
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Porto Rico (Estados Unidos)
Território não incorporado dos Estados Unidos no Caribe, Porto Rico tem cidadania americana sem voto pleno no Congresso, vive debate constante entre estadidade, independência e o status atual, e enfrenta crise de dívida e forte dependência de incentivos fiscais federais.
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Portugal
República semipresidencialista europeia, Portugal combina democracia consolidada, economia de mercado integrada à União Europeia, Estado social moderado, baixa conflitividade institucional, herança católica secularizada e forte abertura atlântica.
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Reino Unido
Monarquia parlamentar, o Reino Unido tem longa tradição liberal e democrática, economia de mercado e forte setor financeiro, mantendo influência global após sua saída da União Europeia no processo conhecido como Brexit.
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Rio de Janeiro (Brasil)
Estado símbolo do turismo e da cultura brasileira, o Rio de Janeiro enfrenta violência urbana e disputas territoriais entre milícias e tráfico, com política marcada por segurança pública e populismo.
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Rio Grande do Sul (Brasil)
Estado mais meridional do Brasil, o Rio Grande do Sul tem forte identidade gaúcha e tradição de disputas políticas polarizadas, economia baseada em agronegócio, pecuária e indústria.
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Rojava (Norte e Leste da Síria)
Região autônoma no norte da Síria, Rojava organiza-se pelo confederalismo democrático, com autogestão local, igualdade de gênero, pluralismo étnico e ecologia, inspirada nas ideias libertárias de Abdullah Öcalan.
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Rússia
República presidencialista euroasiática, a Rússia concentra o poder num regime autoritário e nacionalista, com economia dependente de recursos naturais, forte aparato militar e política externa de confronto com o Ocidente.
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Santa Catarina (Brasil)
Estado sulista de colonização açoriana e europeia, Santa Catarina tem alto IDH, economia industrial diversificada de pequenas e médias empresas e eleitorado predominantemente conservador.
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São Paulo (Brasil)
Estado mais populoso e rico do Brasil, São Paulo é o motor industrial e financeiro do país, com forte liberalismo econômico, cultura cosmopolita e peso decisivo na política nacional.
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Senegal
República da África Ocidental de maioria muçulmana sufi, o Senegal é uma democracia estável e laica que, desde 2024, sob Bassirou Diomaye Faye e Ousmane Sonko, adota um soberanismo de esquerda: retirou tropas francesas e critica o franco CFA.
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Sérvia
País balcânico de maioria ortodoxa, a Sérvia é dominada desde 2012 pelo partido de Aleksandar Vučić, candidata à UE mas próxima da Rússia e da China, militarmente neutra, não reconhece o Kosovo e enfrentou grandes protestos estudantis em 2025.
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Singapura
Cidade-Estado asiática, Singapura é uma república parlamentarista dominada por um único partido, combinando capitalismo aberto, gestão tecnocrática eficiente, ordem rígida e liberdades políticas limitadas em nome do progresso.
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Síria
Sob o presidente Ahmed al-Sharaa, a Síria atravessa uma transição iniciada após a queda de Assad, com Constituição provisória de 2025, reconstrução e desafios de unidade, segurança e direitos das minorias.
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Sri Lanka
República presidencialista insular do sul da Ásia, o Sri Lanka dá primazia constitucional ao budismo, venceu em 2009 a guerra contra os separatistas tâmeis, enfrentou a crise da dívida de 2022 e elegeu uma coalizão de esquerda em 2024.
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Suécia
Monarquia parlamentar nórdica, a Suécia é referência de social-democracia, com amplo Estado de bem-estar, altos impostos, forte igualdade social e economia de mercado aberta e inovadora combinada a valores progressistas.
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Suíça
Confederação federativa europeia, a Suíça é conhecida por sua democracia direta, forte autonomia dos cantões, neutralidade histórica e economia próspera baseada em finanças, indústria de precisão e estabilidade institucional.
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Tailândia
Monarquia constitucional do sudeste asiático, a Tailândia alterna governos civis e forte influência militar, com monarquia reverenciada, budismo predominante e economia de mercado voltada a turismo e exportações.
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Taiwan
República presidencialista insular, Taiwan é uma democracia vibrante e polo tecnológico global, sobretudo de semicondutores, que vive sob ameaça militar constante da China e é pioneira asiática em pautas progressistas, como o casamento igualitário.
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Tchéquia
República parlamentarista da Europa Central, a Tchéquia combina democracia liberal consolidada, forte tradição secular, economia de mercado industrializada e integração à União Europeia após o fim do bloco socialista.
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Texas (Estados Unidos)
Segundo maior estado dos Estados Unidos, o Texas destaca-se pelo conservadorismo, pela cultura de forte liberdade individual, por baixa tributação e por uma economia de mercado dinâmica ligada à energia e à indústria.
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Turquia
República presidencialista entre Europa e Ásia, a Turquia combina democracia eleitoral com forte concentração de poder, nacionalismo, conservadorismo religioso e política externa assertiva no Oriente Médio e no Mediterrâneo.
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Ucrânia
República semipresidencialista do Leste Europeu, a Ucrânia consolida democracia, identidade nacional e aproximação ao Ocidente enquanto resiste à invasão russa, luta que domina sua política, economia e sociedade.
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União Europeia
União política e econômica supranacional, a União Europeia integra Estados democráticos por meio de instituições compartilhadas, mercado comum, regulação coordenada, livre circulação e forte compromisso com direitos, laicidade e cooperação internacional.
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Uruguai
República presidencialista sul-americana, o Uruguai é reconhecido por democracia sólida, forte laicidade, amplos direitos sociais e políticas progressistas, aliando estabilidade institucional a uma economia de mercado.
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Vaticano
Cidade-Estado governada pela Santa Sé, o Vaticano combina soberania religiosa, monarquia eletiva absoluta e administração clerical, funcionando como centro institucional da Igreja Católica e ator diplomático global.
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Venezuela
República presidencialista sul-americana, a Venezuela vive sob um regime autoritário de orientação socialista e nacionalista, marcado por concentração de poder, crise econômica prolongada e forte emigração de sua população.
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Vietnã
Estado socialista de partido único, o Vietnã mantém o controle político do Partido Comunista ao lado de reformas de mercado que abriram a economia, promovendo rápido crescimento industrial e integração ao comércio global.
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Washington, D.C. (Estados Unidos)
Capital dos Estados Unidos, Washington concentra o poder federal e as instituições de governo, com forte peso da máquina pública, orientação globalista e papel central na diplomacia e no poder militar do país.
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Wyoming (Estados Unidos)
Estado menos populoso dos Estados Unidos, Wyoming não cobra imposto de renda estadual nem corporativo, sustenta sua economia em petróleo, gás e mineração, e combina forte cultura de armas com desconfiança extrema do governo federal.
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Zug (Suíça)
Menor cantão suíço e um dos de menor tributação do mundo, Zug atrai holdings e fundações via imposto baixo, sedia a Crypto Valley em torno de Ethereum e aceita pagamento de impostos em bitcoin, sob democracia direta cantonal.
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Regimes históricos
Antiguidade
Cidades-Estado, repúblicas e impérios do mundo antigo.

Antigo Egito
c. 3100–30 a.C.Civilização do vale do Nilo governada por dinastias faraônicas, com períodos de unidade e fragmentação. Realeza sagrada, templos e administração agrícola estruturaram a sociedade; práticas e instituições variaram durante três milênios.
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Reino de Israel
c. 1047–930 a.C.Monarquia unificada das tribos hebraicas sob Saul, Davi e Salomão, o Reino de Israel concentrou o poder num rei ungido por profeta, com Jerusalém e o Templo como centro religioso, a lei da Torá, levas tribais armadas e expansão sobre os vizinhos.
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Esparta
c. 900–192 a.C.Cidade-Estado militarista da Grécia Antiga, Esparta organizava toda a sociedade em torno da guerra, com um regime misto de reis e conselho, disciplina rígida, austeridade e domínio sobre uma vasta população subjugada.
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Império Persa (Aquemênida)
550–330 a.C.Primeiro grande império universal da história, a Pérsia aquemênida governava dezenas de povos por meio de satrapias autônomas, estradas e tributos, tolerando línguas, leis e religiões locais sob a autoridade absoluta do Rei dos Reis.
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Roma Republicana
509–27 a.C.República aristocrática da Antiguidade, Roma equilibrava cônsules, Senado e tribunos da plebe em um sistema misto de magistraturas eletivas, expandindo-se pelo Mediterrâneo por meio de legiões cidadãs e de um forte culto à virtude cívica.
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Atenas Democrática
c. 508–322 a.C.Cidade-Estado da Grécia Antiga, Atenas foi berço da democracia direta, com cidadãos decidindo em assembleia os rumos da polis, embora a participação excluísse mulheres, estrangeiros e escravos da vida política.
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Império Macedônico
336–323 a.C.Império formado pelas conquistas de Filipe II e Alexandre, o Grande, que combinou monarquia militar macedônica, administração persa, fundação de cidades gregas e fusão cultural helenística sobre territórios diversos.
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Império Romano
27 a.C.–476 d.C.Vasto império da Antiguidade, Roma unia poder militar, direito e administração centralizada sob o imperador, expandindo-se por três continentes e legando língua, leis e instituições que moldaram a civilização ocidental.
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Idade Média
Impérios, repúblicas mercantes e comunidades medievais.

Império Bizantino
330–1453Herdeiro do Império Romano no Oriente, Bizâncio durou mil anos fundindo cristianismo ortodoxo, autocracia imperial e direito justinianeu, com o imperador como chefe da Igreja e Constantinopla como capital cristã defensora da Europa.
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República de Veneza
697–1797Poderosa república mercantil medieval, Veneza era governada por uma oligarquia comercial que dominava o comércio no Mediterrâneo, unindo instituições estáveis, marinha forte e imenso poder econômico por séculos.
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Califado Abássida
750–1258Califado sunita com capital em Bagdá, os abássidas governaram do Magreb à Ásia Central sob um califa com autoridade religiosa e política, com burocracia persa, comércio de longa distância e a Casa da Sabedoria na Idade de Ouro islâmica.
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Estados Papais
756–1870Estado temporal do Papado, os Estados Papais uniam autoridade espiritual e política sob o Papa, aplicando direito canônico e governo clerical sobre a Itália central por séculos.
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Reino da França
843–1792Da Frância Ocidental ao fim da monarquia em 1792, o reino passou do feudalismo à centralização absolutista. A Igreja católica, a aristocracia fundiária e a expansão militar moldaram grande parte de sua história.
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Islândia Medieval (Mancomunidade)
c. 930–1262Rara sociedade sem Estado central, a Islândia medieval organizava-se por chefes locais e uma assembleia, o Althing, resolvendo disputas por leis e acordos privados em um sistema descentralizado próximo da anarquia.
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Sacro Império Romano-Germânico (Primeiro Reich)
962–1806Federação de territórios da Europa central, o Sacro Império reunia principados e cidades sob um imperador eleito e forte influência da Igreja, marcado pela fragmentação do poder e pela autonomia dos seus membros.
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Reino da Hungria
1000–1918Fundado sob Estêvão I, o reino passou por dinastias próprias, dominação otomana parcial e governo dos Habsburgo. Nobreza, catolicismo e autonomia húngara tiveram papéis distintos ao longo de quase um milênio.
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Reino de Jerusalém
1099–1187Estado cruzado fundado após a Primeira Cruzada, o Reino de Jerusalém foi uma monarquia feudal latina e católica, apoiada nas ordens militares dos Templários e Hospitalários, com barões poderosos, guerra santa constante e uma elite franca sobre maioria nativa.
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Florença Renascentista
1115–1532Cidade-Estado do Renascimento italiano, Florença uniu capitalismo bancário e comercial, disputas facciosas entre guildas e famílias como os Médici e um mecenato que revolucionou as artes, as letras e o pensamento político.
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Coroa de Aragão
1137–1716União dinástica de Aragão, Catalunha e outros territórios mediterrâneos, com leis e cortes próprias em seus reinos. A Coroa expandiu comércio e conquistas; suas instituições foram abolidas gradualmente após a Guerra de Sucessão Espanhola.
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Império Mongol
1206–1368Fundado por Genghis Khan, o Império Mongol unificou tribos da estepe, expandiu-se por campanhas militares devastadoras e governou povos diversos com vassalagem, tributo e tolerância religiosa pragmática.
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Reino de Castela
1230–1715Unido a Leão em 1230, Castela expandiu-se na Península Ibérica e depois nas Américas. A Coroa, a nobreza e a Igreja católica marcaram sua política; as instituições mudaram ao longo dos quase cinco séculos representados.
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Confederação Helvética
1291–1798Aliança medieval de cantões autônomos formada a partir do Pacto de 1291, a Antiga Confederação Suíça funcionava sem poder central forte, combinando democracia direta em assembleias locais (Landsgemeinde), milícias camponesas independentes e fraca coordenação militar/diplomática conjunta entre os cantões.
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Império Otomano
1299–1922Vasto império muçulmano, os otomanos governaram por séculos vastas terras entre Europa, Ásia e África sob o poder do sultão e do califa, unindo autoridade religiosa e política e grande diversidade de povos e crenças.
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Império Português
1415–1822Primeiro e mais longevo dos impérios coloniais europeus (1415–1822), uniu monarquia absoluta, catolicismo militante e talassocracia global, levando a fé cristã, a língua e a administração portuguesa da América à África, Índia e Ásia.
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Idade Moderna
Monarquias, impérios coloniais e repúblicas da era moderna.

Espanha dos Habsburgos
1516–1700A Espanha dos Habsburgos, sobretudo sob Filipe II, foi um Estado católico contrarreformista, marcado por Inquisição, limpeza de sangue, expulsões religiosas e guerras em defesa da fé.
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Genebra Calvinista
1541–1564A cidade de Genebra sob Calvino (1541–1564) organizou-se como teocracia reformada urbana, com o Consistório disciplinando a moral pública e as Ordonnances Ecclésiastiques regulando toda a vida religiosa e civil e exportando o puritanismo.
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República Holandesa (Províncias Unidas)
1581–1795Pioneira república mercantil moderna, as Províncias Unidas eram uma confederação governada por uma oligarquia comercial, marcada por tolerância religiosa, livre comércio e imenso poder naval e financeiro no seu auge.
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Japão Tokugawa
1603–1868Regime do xogunato Tokugawa, que pacificou o Japão após o Sengoku com um sistema feudal de domínios (bakuhan), hierarquia social rígida de quatro classes, neoconfucianismo oficial, proibição do cristianismo e isolamento externo (sakoku).
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Império Russo Czarista
1613–1917O Império Russo dos Romanov combinou cristianismo ortodoxo, autocracia dinástica, expansão territorial e burocracia imperial, com o czar como chefe político e defensor da fé oficial.
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China Dinastia Qing
1644–1912Última dinastia imperial da China, fundada pelos manchus, a Qing governou por uma burocracia confuciana de exames, expandiu o império ao Tibete e Xinjiang, restringiu o comércio externo a Cantão e declinou com as Guerras do Ópio e a Rebelião Taiping.
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Reino da Prússia
1701–1918Reino alemão de forte tradição militar e administrativa, a Prússia uniu monarquia, burocracia disciplinada e exército poderoso, liderando a unificação da Alemanha e encarnando o Estado cameralista e o despotismo esclarecido.
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Século XIX
Impérios, nações recém-unificadas e experiências revolucionárias do século XIX.

Império Napoleônico
1804–1815Sob Napoleão Bonaparte, o Primeiro Império Francês concentrou poder absoluto no imperador, impôs o Código Civil e uma administração centralizada por toda a Europa conquistada, e sustentou sua expansão territorial através de guerras contínuas e um exército de conscrição em massa.
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Grã-Colômbia
1819–1831Efêmera república criada por Simón Bolívar, a Grã-Colômbia reuniu vastos territórios do norte da América do Sul num Estado centralista e militarizado, que se desfez em poucos anos por rivalidades regionais e políticas.
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Império do Brasil
1822–1889Único império das Américas por longo período, o Brasil imperial foi uma monarquia parlamentar sob Pedro I e Pedro II, marcada por estabilidade política, economia agrária escravista e forte centralização do Estado.
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Império Britânico
1837–1901No auge vitoriano, o Império Britânico foi o maior da história, unindo monarquia parlamentar, revolução industrial e domínio colonial global, com forte expansão comercial, naval e cultural pelo mundo.
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Estados Confederados da América
1861–1865Formados pela secessão de onze estados do Sul para preservar a escravidão, os Estados Confederados combinavam confederalismo radical, sociedade agrária tradicionalista e religiosa e livre comércio, sendo derrotados na Guerra Civil.
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Império Austro-Húngaro
1867–1918Monarquia dual da Europa Central, o Império Austro-Húngaro reuniu múltiplas nacionalidades sob a dinastia Habsburgo, combinando aristocracia, burocracia imperial, catolicismo político e tensões nacionalistas crescentes.
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Império do Japão
1868–1947Regime imperial japonês do início do século XX, combinou monarquia sagrada, militarismo, industrialização acelerada, nacionalismo expansionista e forte disciplina social até sua derrota na Segunda Guerra Mundial.
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Japão Meiji
1868–1912Durante a Era Meiji, o Japão passou por rápida modernização dirigida pelo imperador, que aboliu o feudalismo, industrializou o país e criou instituições modernas, unindo tradição, nacionalismo e ascensão militar.
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Comuna de Paris
março–maio de 1871Governo revolucionário que tomou Paris por 72 dias em 1871, a Comuna instaurou democracia direta com mandatos revogáveis, autogestão operária das oficinas, separação entre Igreja e Estado e igualdade salarial, tornando-se símbolo do socialismo comunal.
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Império Alemão (Segundo Reich)
1871–1918Estado imperial alemão de 1871 a 1918, uniu federalismo prussiano, monarquia constitucional limitada, sufrágio masculino para o Reichstag, forte autoridade do Kaiser e do chanceler, industrialização acelerada, militarismo e política externa de potência ascendente.
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Séculos XX e XXI
Regimes dos séculos XX e XXI: totalitarismos, ditaduras, revoluções e experiências democráticas.

Tibete Teocrático
1913–1950Estado de fato independente entre a queda dos Qing e a invasão chinesa, o Tibete era uma teocracia budista governada pelo Dalai Lama, com mosteiros e aristocracia donos da terra, camponeses presos a ela e isolamento deliberado do mundo moderno.
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Território Livre (Makhnovshchina)
1918–1921Durante a Revolução Russa, o Território Livre de Makhno foi uma experiência anarquista na Ucrânia, com comunas camponesas autogeridas e milícias populares que rejeitavam tanto o Estado branco quanto o poder bolchevique.
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República de Weimar
1919–1933Primeira democracia alemã, a República de Weimar uniu parlamentarismo, representação proporcional e intensa vida cultural, mas foi minada por crises econômicas e instabilidade política que abriram caminho ao nazismo.
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Itália Fascista (Mussolini)
1922–1943Berço do fascismo, a Itália de Mussolini foi uma ditadura totalitária que fundiu nacionalismo, culto ao líder, Estado corporativo e militarismo, suprimindo a oposição e buscando expansão imperial pela força.
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União Soviética (URSS)
1922–1991Primeiro Estado socialista do mundo, a URSS foi uma federação de partido único com economia planificada e poder centralizado, tornando-se superpotência global e polo do comunismo durante a Guerra Fria.
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Turquia de Atatürk
1923–1938República fundada por Mustafa Kemal Atatürk sobre as ruínas do Império Otomano, a Turquia kemalista aboliu o califado e impôs laicismo, alfabeto latino, direitos às mulheres e estatismo econômico sob o partido único CHP.
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Brasil (Era Vargas)
1930–1945Sob Vargas, o Brasil viveu um regime nacionalista e desenvolvimentista que promoveu industrialização dirigida pelo Estado, legislação trabalhista e centralização do poder, fundando as bases do trabalhismo brasileiro.
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Alemanha Nazista (Terceiro Reich)
1933–1945Regime totalitário liderado por Hitler, o Terceiro Reich impôs ditadura racista e expansionista, culto ao líder e Estado policial, sendo responsável pela Segunda Guerra Mundial e pelo genocídio do Holocausto.
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Portugal (Estado Novo)
1933–1974Sob Salazar, o Estado Novo português foi uma ditadura conservadora e corporativista, que uniu nacionalismo católico, ordem e controle político sem mobilização de massas, mantendo o país e suas colônias por décadas.
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México de Cárdenas
1934–1940Governo do auge cardenista, marcou a Revolução Mexicana institucionalizada pela nacionalização do petróleo, reforma agrária em ejidos, incorporação sindical-camponesa, laicismo popular e liderança presidencial forte.
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Aragão e Catalunha Anarquistas
1936–1939Durante a Revolução Espanhola, regiões de Aragão e Catalunha viveram uma experiência anarquista de coletivização da terra e das fábricas, com autogestão dos trabalhadores e organização social sem Estado central.
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Espanha Franquista
1939–1975Ditadura nascida da Guerra Civil, a Espanha de Franco foi um regime autoritário, católico e corporativista, que uniu nacionalismo e repressão política e durou até a transição democrática após a morte do ditador.
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Iugoslávia Socialista
1945–1992Federação socialista liderada por Tito, a Iugoslávia adotou a autogestão dos trabalhadores e uma via independente de Moscou, unindo diversos povos sob partido único até se fragmentar em guerras nos anos 1990.
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Argentina Peronista
1946–1955Sob Perón, a Argentina viveu um regime populista e nacionalista que uniu forte apoio operário, corporativismo, industrialização e ampliação de direitos sociais, deixando marca duradoura na política do país.
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África do Sul do Apartheid
1948–1994Regime de segregação racial institucional, a África do Sul do apartheid negava direitos à maioria negra e concentrava o poder na minoria branca, com leis de separação que provocaram forte resistência interna e sanções.
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Alemanha Oriental
1949–1990A República Democrática Alemã foi um Estado socialista alinhado à União Soviética, com partido único, polícia política extensa, economia planificada, controle social rígido, secularização estatal e integração militar ao bloco oriental.
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China Maoísta
1949–1976Sob Mao, a China revolucionária foi um Estado comunista de partido único, com economia coletivizada e mobilização permanente das massas, marcada por campanhas como o Grande Salto Adiante e a Revolução Cultural.
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Irã do Xá
1953–1979Sob Mohammad Reza Pahlavi após 1953, o Irã combinou monarquia autoritária e repressão política com industrialização, reforma agrária e direitos das mulheres na Revolução Branca. Aliado dos EUA, financiou o desenvolvimento com petróleo até 1979.
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Egito de Nasser
1954–1970Sob Nasser, o Egito foi uma república nacionalista e desenvolvimentista que nacionalizou setores estratégicos, liderou o pan-arabismo e uniu socialismo árabe, reforma agrária e forte protagonismo no Oriente Médio.
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Hungria de Kádár
1956–1989Instaurado após o esmagamento da revolução de 1956, o regime de Kádár combinou partido único, alinhamento soviético, liberalização econômica gradual, pequeno setor privado e bem-estar de consumo.
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Coreia do Sul de Park Chung Hee
1961–1979Sob Park Chung Hee, a Coreia do Sul combinou regime militar-autoritário, anticomunismo rígido, disciplina social e planejamento estatal voltado à industrialização exportadora, formando os grandes chaebols e preparando a ascensão tecnológica do país.
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Brasil do Regime Militar
1964–1985Regime instaurado em 1964, combinou repressão política, censura e órgãos de segurança com desenvolvimentismo estatal, grandes obras, reserva de mercado e moralismo conservador durante a Guerra Fria.
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Rodésia
1965–1979Após declarar unilateralmente a independência do Reino Unido em 1965, a Rodésia manteve o poder numa minoria branca por sufrágio censitário, sustentou economia agromineral sob sanções internacionais e travou uma longa guerra civil até a transição para o Zimbábue.
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Iraque baathista
1968–2003Governado pelo Partido Baath de 1968 a 2003, o Iraque combinou nacionalismo árabe, petróleo estatal e partido único. Sob Saddam Hussein, o regime ampliou a repressão, travou guerras contra o Irã e o Kuwait e sofreu sanções internacionais.
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Líbia de Gaddafi
1969–2011Sob Muammar Gaddafi (1969–2011), a Líbia nacionalizou o petróleo e proclamou a democracia direta da Jamahiriya. O poder permaneceu concentrado em Gaddafi, apoiado por comitês revolucionários e repressão à oposição.
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Chile de Allende
1970–1973Governo da Unidade Popular de Allende, tentou construir socialismo por via democrática, com nacionalização do cobre e dos bancos, reforma agrária e planejamento econômico até o golpe de 1973.
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Chile de Pinochet
1973–1990Ditadura militar surgida do golpe de 1973, o Chile de Pinochet uniu forte repressão política à adoção pioneira de reformas neoliberais de livre mercado, marcando profundamente a economia e a memória do país.
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Camboja do Khmer Vermelho (Pol Pot)
1975–1979Regime radical liderado por Pol Pot, o Khmer Vermelho impôs um comunismo agrário extremo, esvaziou as cidades e aboliu dinheiro e propriedade, provocando um dos maiores genocídios do século XX no Camboja.
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Burkina Faso de Sankara
1983–1987Sob Thomas Sankara, Burkina Faso combinou autossuficiência alimentar, vacinação e alfabetização em massa, emancipação feminina, rejeição da dívida externa e ruptura frontal com o neocolonialismo francês.
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Peru Fujimorista
1990–2000Sob Alberto Fujimori, o Peru combinou autogolpe e fechamento do Congresso com reformas neoliberais de choque, privatizações e abertura comercial, além de uma guerra suja contra o Sendero Luminoso marcada por massacres e esterilizações forçadas.
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Síria de Assad
2000–2024Sob Bashar al-Assad (2000–2024), a Síria foi um regime baathista centralizado, sustentado por forças de segurança, economia estatal clientelista e alianças com Rússia e Irã durante a guerra civil.
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